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08:19 - 18/12/12
Cantos para pets

O coração dos donos, eles já fisgaram. Agora, cães e gatos conquistam território nobre na casa: grama na varanda do apartamento, caminha com design e outras ideias que você pode reproduzir.

Mesmo morando em apartamento, os cães Billy e Burtikus podem brincar na grama – e também usá-la para fazer as necessidades. Na varanda, a paisagista Ivani Kubo idealizou uma contenção de cruzetas e, dentro dela, colocou uma camada de argila, outra de manta geotêxtil, depois terra e grama-são-carlos.

 

Projetado pelas arquitetas Elaine Delegredo e Luciana Corrêa, este canil é a réplica da casa dos donos: tem revestimento de tijolo de demolição e telhado com caídas.

 

Portas e janelas de vidro temperado garantem ventilação e entrada de luz. Para proporcionar conforto térmico, a construção recebeu forro de madeira. Pelo visor, a “moradora” confere o movimento do lado de fora.

 

Escalar o poste é uma das maneiras de a gatinha Pabby chegar ao patamar. Outros caminhos são as rampas e a escadinha presa a cabos de aço. As ideias são da proprietária, Mírian dos Santos.

 

Sob a pequena laje, caixas higiênicas (as azuis) são os “banheiros”. Dentro delas, há areia. Tijolos vazados foram estrategicamente colocados nessa área, para minimizar o odor. A bancada serve para dar banho e limpar as orelhas dos gatos.

 

A gata Penélope se esparrama no quarto claro e ventilado, que tem arranhadores cilíndricos, fixados na parede, e nichos organizadores feitos de alvenaria.

 

Elegante, a cama do buldogue francês Tião foi comprada em uma loja de design, em São Paulo.

 

A casinha do cãozinho Dagoberto tem a decoração de peças de ferro fundido com pintura eletrostática e recorte de madeira em forma de osso. As bolas de musgo sintético representam um “jardim”.

 

Mogli, Jéssica e Bianca vivem num espaço considerado, para os padrões caninos, uma mansão. O canil tem área de convivência, dois quartos e, nos fundos, um “banheiro”.

 

Dentro da casa dos cachorros, fica o "banheiro": sobre uma camada de terra, foi colocada outra de areia. Por cima de tudo, seixos. A composição absorve o xixi e minimiza o odor. A sujeira retida na superfície é removida com a pá. É preciso trocar areia e seixos a cada 3 meses.

 

Os banhos de sol do gato persa Bartolomeu nunca mais foram os mesmos depois da concepção do jardim para o bichano. Mesmo sem ter o perfil de animal de área externa, o gato passeia muito mais pelo jardim depois que as paisagistas Claudia Diamant e Marina Domingues incluíram um deque elevado com vegetação.

Fonte: Casa e Jardim

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