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08:31 - 20/08/10
Aquecimento do mercado imobiliário indica bom momento para investir

 

O mercado imobiliário teve um aquecimento relevante no mês de julho desse ano. O preço dos imóveis residenciais ofertados para venda teve um acréscimo de 18% nos últimos 12 meses. Segundo o presidente do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), Luiz Fernando Gottschild, esse aumento favoreceu também o preço da locação, que subiu 11,72% em relação ao ano passado. "Esse aumento é um comportamento que já vem acontecendo nos últimos anos e não tem previsão para acabar", afirma Gottschild.
 
Esse resultado, segundo o presidente, aponta um bom momento para o investimento no setor. Mesmo na categoria de imóveis comerciais, os índices são bons. Para locação, o aumento dos preços no último ano foi de 15%. A venda subiu 20%. Luiz Fernando esclarece que, apesar das oscilações serem um movimento natural do mercado, o comportamento geral tem demonstrado uma fase otimista para os investidores. Mais do que isso, o preço não tem subido sozinho, mas acompanhado o poder de compra do consumidor, que também cresceu. De acordo com Gottschild, "até algum tempo atrás, julho e dezembro eram meses difíceis para negociar, devido às férias, mas hoje o consumidor tem dinheiro e não existe momento ruim para investir".
 
De acordo com a pesquisa do Inpespar referente ao mercado imobiliário de julho, as categorias que mais tiveram aumento de preço com relação a junho desse ano foram as casas de um dormitório (8,5%) e os barracões comerciais (5,4%).
 
À venda por mais tempo
Apesar do aquecimento de mercado, a pesquisa do Inpespar também detectou um aumento na média de dias disponíveis de um imóvel, antes da negociação. O tempo de oferta das kitinetes para locação, por exemplo, subiu em 56 dias, o que representa um aumento de 112% com relação ao mesmo período de 2009. Luiz Fernando afirma, entretanto, que esse é um índice instável, que pode ser alterado facilmente, especialmente em julho, por causa das férias. "Não temos motivos para acreditar nesse valor como exemplo de desaquecimento de mercado por ser um fator cíclico", explica Gottschild, "quem está dentro de um imóvel não procura outro, é simples, mas logo isso muda, é questão de tempo".
 
Fonte: Clip Imobiliário
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